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Porto liberal. Guia de Arquiteturas, Sítios e Memórias.
Coordenação editorial: Manuela Rebelo
Autores: Alexandra Anjos, Eva Cordeiro, Francisco Ribeiro da Silva, José Ferreira e Silva, José Paulo Berger, João Carlos Alves Batista, Maria Antónia Bacelar, Maria Lobato Guimarães, Orquídea do Céu Ferreira Félix, Rosa Magalhães, Sérgio Veludo Coelho, Sónia Silva.
Fotografias: Sérgio Jacques 
ISBN: 978-84-09-19310-3
Edição: 2020
Idiomas: português, francês, espanhol e inglês.
Dimensões: 113 x 164 x 6 mm
Encadernação: capa mole
Páginas: 144


Nos quatro percursos sugeridos, por entre ruas e praças, sítios e monumentos, paisagens e coleções, o viajante é transportado até ao século XIX e guiado pela cidade que foi palco da guerra entre dois Irmãos, que representavam e assumiam duas conceções diferentes e incompatíveis do exercício do poder régio.

Através deste Guia o visitante conhecerá o Porto, Cidade Liberal por excelência.

Aqui se pensaram e concretizaram os eventos revolucionários decisivos para a instauração do Liberalismo em Portugal.

Aqui ficaram memórias com valor histórico, artístico, cultural, simbólico e patrimonial deste período da história da Invicta.

Aqui subsiste um conjunto de valores e de modos de viver que constituem o património Imaterial da urbe e que se confunde com a sua Identidade.

Nos quatro percursos sugeridos, por entre ruas e praças, sítios e monumentos, paisagens e coleções, o viajante é transportado até ao século XIX e guiado pela cidade que foi palco da guerra entre dois Irmãos, que representavam e assumiam duas conceções diferentes e incompatíveis do exercício do poder régio.

Venha fazer parte deste modo portuense de estar na história.




Porto Liberal capa PT
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Espaço, Arte e Memória: O Cemitério da Santa Casa da Misericórdia do Porto

Gonçalo de Vasconcelos e Sousa


Edição: Santa Casa da Misericórdia do Porto
Ano: 2010
ISBN: 978-972-98920-6-6
Língua: português
Dimensões: 28×22cm
Peso: 1150g
N.º de páginas: 168
Encadernação: capa dura


"(...) "Sepultar os mortos" é uma das Obras de Misericórdia, assim honrando os restos mortais do que foi a vida vivida e convivida, perpetuando-a também pela memória, como pelo sufrágio. As Santas Casas sempre tiveram tal obrigação e cuidado, sendo, ainda nisso, grandes servidoras da dignidade humana, no seu sentido mais pleno. (...)" (Manuel Clemente)

Índice: Capítulo I - O Cemitério do Prado do Repouso e a Instalação da Secção Privativa da Santa Casa da Misericórdia do Porto; Capítulo II - As Construções Cemiteriais e a Santa Casa da Misericórdia do Porto; Álbum da Capela, Cruzeiro e Jazigos da Secção Privativa da SCMP no Cemitério do Prado do Repouso - I. Capela e Cruzeiro da Secção Privativa da Santa Casa da Misericórdia do Porto; II. Jazigo do Dr. José Plácido Campiam; III. Jazigo de Manuel José de Sousa Araújo; IV. Jazigo de José da Silva Passos e de sua mulher, D. Ana Margarida Soares da Silva Passos; V. Jazigo de José Pinto Soares e de sua mulher, D. Emília Delfina da Costa Soares; VI. Jazigo de Félix Las Cazas dos Santos, 1.º Visconde de Las Cazas; VII. Jazigo de Augusto Roquemont; VIII. Jazigo do Comendador Manuel Francisco Duarte Cidade; IX. Jazigo dos Mártires da Liberdade; X. Jazigo da Família de António Rodrigues de Araújo Lima; XI. Jazigo de Francisco José Nogueira; XII. Jazigo de José Joaquim Aguiar; XIII. Jazigo da família de António Joaquim Fernandes Magalhães; XIV. Jazigo de D. Sebastião Leite de Vasconcelos, Arcebispo de Damieta; XV. Jazigo de Joaquim Lopes Fernandes e de sua mulher; XVI. Jazigo da família de Severim José de Brito; XVII. Jazigo dos Viscondes da Ermida; XVIII. Jazigo do Coronel-Médico Mário de Castro; XIX. Jazigo da família Albano Alves Meruja; XX. Outros jazigos da Secção Privativa da Santa Casa da Misericórdia do Porto.

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História da Santa Casa da Misericórdia do Porto (vol. 3)

Eugénio de Andrea da Cunha e Freitas


Edição: Santa Casa da Misericórdia do Porto
Ano: 1995
ISBN: 972-96628-1-9
Língua: português
Dimensões: 24×17cm
Peso: 1555g
N.º de páginas: 592
Encadernação: capa dura


"(...) onde terminou a investigação do Dr. Artur de Magalhães Basto, em particular no Arquivo Histórico da Santa Casa da Misericórdia do Porto, iniciaria os seus estudos o Dr. Eugénio de Andrea da Cunha e Freitas. Dessa valiosa investigação, publica-se o terceiro volume da História da Santa Casa da Misericórdia do Porto (...). As investigações dos Drs. Artur de Magalhães Basto e Eugénio de Andrea da Cunha e Freitas privilegiaram a massa documental em arquivo na Misericórdia do Porto, fonte inesgotável de história da Santa Casa e da cidade do Porto." (Rui Osório)


Índice: Capítulo I: Os Benfeitores; Capítulo II: Mais alguns benfeitores, nos séculos XVI e XVII; Capítulo III: Do Governo da Misericórdia; Capítulo IV: Dos Provedores e Escrivães da Casa; Capítulo V: Os Compromissos de 1594 e 1646; Capítulo VI: Provedores e Escrivães depois do Compromisso (1643-1772); Capítulo VII: A Igreja da Misericórdia (1610-1683); Capítulo VIII: A Igreja da Misericórdia (1688-1770); Capítulo IX: A nova Sacristia e a Capela do Pátio; Capítulo X: Casa do Despacho, Cartório e outras dependências; Capítulo XI: Órgãos, Organeiros e Organistas. A Capela de Música da Misericórdia; Capítulo XII: Dois graves incidentes com a Mitra; Capítulo XIII: O Hospital de D. Lopo de Almeida (1635-1770); Capítulo XIV: Médicos, Cirurgiões e Sangradores; Capítulo XV: Botica e Boticários; Capítulo XVI: A Misericórdia e a Restauração.


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Os Mártires da Liberdade e a Santa Casa da Misericórdia do Porto

Francisco Ribeiro da Silva


Edição: Santa Casa da Misericórdia do Porto
Ano: 2014
ISBN: 978-989-8578-13-6
Língua: português

Dimensões: 24×17,2 cm

Peso: 208g
N.º de páginas: 90
Encadernação: capa mole


Durante a primeira metade do séc. XIX, Portugal foi palco de antagonismos políticos e de ruturas que puseram portugueses contra portugueses e alimentaram a intolerância e o ódio. A década de vinte conheceu picos de radicalismo e de violência entre miguelistas e liberais, de parte a parte, e, durante os breves anos em que D. Miguel dirigiu o reino, instalou-se um clima de perseguição feroz aos que, dentro e fora do país, se opunham aos seus intentos. A Alçada por ele nomeada para investigar e julgar sumariamente os implicados, diretos e indiretos, nas revoltas liberais do Porto e Aveiro de 1828, tinha como desígnio esmagar definitivamente a onda revolucionária que desde 1820 sacudia o reino. Por isso, condenou à morte várias dezenas de portugueses, dos quais doze foram efetivamente enforcados na Praça Nova, no Porto. A vitória final do Liberalismo depressa os consagrou como Mártires da Liberdade ou Mártires da Pátria. A Santa Casa da Misericórdia do Porto envolveu-se profundamente no rescaldo da punição judicial pronunciada pela Alçada, dando sepultura digna aos condenados, primeiro no Adro dos Justiçados (1829), depois no átrio anexo à sua igreja (1836), finalmente na sua glorificação pública pela transladação para um monumento adequado no talhão da Misericórdia do Cemitério do Prado do Repouso (1878).


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