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Os Mártires da Liberdade e a Santa Casa da Misericórdia do Porto
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Francisco Ribeiro da Silva


Edição: Santa Casa da Misericórdia do Porto
Ano: 2014
ISBN: 978-989-8578-13-6
Língua: português

Dimensões: 24×17,2 cm

Peso: 208g
N.º de páginas: 90
Encadernação: capa mole


Durante a primeira metade do séc. XIX, Portugal foi palco de antagonismos políticos e de ruturas que puseram portugueses contra portugueses e alimentaram a intolerância e o ódio. A década de vinte conheceu picos de radicalismo e de violência entre miguelistas e liberais, de parte a parte, e, durante os breves anos em que D. Miguel dirigiu o reino, instalou-se um clima de perseguição feroz aos que, dentro e fora do país, se opunham aos seus intentos. A Alçada por ele nomeada para investigar e julgar sumariamente os implicados, diretos e indiretos, nas revoltas liberais do Porto e Aveiro de 1828, tinha como desígnio esmagar definitivamente a onda revolucionária que desde 1820 sacudia o reino. Por isso, condenou à morte várias dezenas de portugueses, dos quais doze foram efetivamente enforcados na Praça Nova, no Porto. A vitória final do Liberalismo depressa os consagrou como Mártires da Liberdade ou Mártires da Pátria. A Santa Casa da Misericórdia do Porto envolveu-se profundamente no rescaldo da punição judicial pronunciada pela Alçada, dando sepultura digna aos condenados, primeiro no Adro dos Justiçados (1829), depois no átrio anexo à sua igreja (1836), finalmente na sua glorificação pública pela transladação para um monumento adequado no talhão da Misericórdia do Cemitério do Prado do Repouso (1878).


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