ANDA A RODA: OBRAS DA COLEÇÃO DE SERRALVES NO MMIPO
Até 16 SET

Esta exposição apresenta cinco perspetivas singulares sobre a ideia de tempo, assentes na circularidade e alheias a cronologias e a sucessões: a consciência da passagem do tempo através da apresentação de ações repetitivas (Bruce Nauman), circulares, aparentemente despropositadas (Ana Jotta); o confronto com o termo da vida (Thomas Schütte); o estabelecer de pontes entre a contemporaneidade e referências longínquas com o objetivo de revelar o impulso essencial e transversal a tempos e tendências na génese da prática artística (Rui Chafes); ou a imposição da obra de arte como objeto inclassificável (entre arte e design, entre pintura e escultura) e de impossível datação (Gerardo Burmester). 


Estes cinco artistas estão neste momento representados na exposição Zéro de conduite no Museu de Serralves. Anda a roda, para além de estabelecer uma relação de complementaridade com a programação de Serralves, permitindo aos visitantes do MMIPO um possível primeiro contacto com a Coleção da Fundação, dá a conhecer facetas destes artistas que não são exploradas em Zéro de conduite, ampliando decisivamente as leituras das práticas artísticas de Gerardo Burmester, Rui Chafes, Ana Jotta, Bruce Nauman e Thomas Schütte.  

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